terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Grande Esperanza 2012, com Pr. Alejandro Bullón


 

(Mensagens baseados na Epístola de Judas)

 

  1. Chamados e guardados na esperança. Versos 1 e 2 | ver e baixar
  2. Defensores da esperança. Verso 3 | ver e baixar
  3. Sem graça, não há esperança. Versos 4 e 5 | ver e baixar
  4. Quando a esperança acaba. Versos 6-8 | ver e baixar
  5. A esperança da ressurreição. Verso 9 | ver e baixar
  6. Viver sen esperanza, não é viver. Versos 10-13 | ver e baixar
  7. Amor: o fundamento da esperança. Versos 21-23 | ver e baixar
  8. A grande esperança. Verso 14, 24 e 25 | ver e baixar
Fonte: http://evangelismointegrado.com/2012/11/06/temas-age12/

Treinamento A Grande Esperança 2012

Assista o vídeo do treinamento para o evangelismo via satélite A Grande Esperança


 

http://vimeo.com/52853584



Clique aqui para baixar o arquivo do vídeos compactado.

É hora de voltar pra casa do Pai



 

 

 

 

 

 




O saudável anseio por Deus

Há momentos em que sua vida parece estar fora de controle? Algumas vezes você sente que são tantas as tarefas e pressões que é difícil ter uma vida de qualidade? Você se preocupa que talvez esteja ignorando certas áreas porque procura desempenhar vários papéis ao mesmo tempo e preencher uma série de expectativas?

Quando esse tipo de dúvida nos assola, sabemos que precisamos passar mais tempo com Deus em oração. Algo dentro de nós aponta para a necessidade  de conhecer melhor a Palavra de Deus, a fim de que possamos servi-Lo de modo mais dedicado e completo. Mas é comum termos de lutar contra a falta de tempo e energia ou oportunidades, não é mesmo?

Às vezes, você tem vontade de simplesmente abraçar Jesus e sentir os braços dEle ao seu redor? Se a sua resposta é afirmativa, tenho uma boa notícia para lhe dar: Deus quer que você se sinta assim. Ele quer que você anseie por Ele.

Quando paramos de nos debater em nossos problemas e aflições, quando deixamos de tentar resolver tudo com as nossas próprias forças e nos entregamos a Ele, então, experimentamos o bálsamo do cuidado divino em nossa vida.

O Senhor nos convida a depositar nEle toda nossa confiança para que celebremos a alegria e a paz que só Ele pode dar.

Ore, agora: “Senhor, ajuda-me a não confiar em minhas próprias forças, mas a viver pelo poder do Teu Espírito que habita em mim. Perdoa-me pelos momentos em que me esqueço disso. Ajuda-me a crescer nas coisas do Teu reino para que eu me dedique a Ti de forma plena, ativa e produtiva, e para que Tu cumpras Teus propósitos em mim. Amém!” (Texto de Stormie Omartian)

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/11/13/o-saudavel-anseio-por-deus/

O bate-boca no casamento

Há alguns anos, li num jornal de Porto Velho um interessante artigo intitulado “Felicidade Conjugal”, escrito por Cílio Bocannera. Ali, ele menciona que um professor da Universidade de Denver, num trabalho apresentado durante uma conferência em

Londres para especialistas em terapia de casal, concluiu que “a maneira de brigar define o grau de sucesso de um casamento”. Isto é, “a tática que marido e mulher usam na hora do bate-boca, serve como melhor indício de entendimento ou divórcio futuro”.

O interessante é que o professor Howard Markman, que estudou mil casais que costumavam discutir, concluiu que os mais ameaçados são os que fogem da discussão e que permitem que pequenos tópicos se transformem em enormes disputas. Sabemos que isso é muito comum. Há casais que começam discordando acerca de onde pôr o sabonete, como apertar o tubo de pasta de dente, e permitem que as discordâncias se avolumem e atinjam outros pontos mais importantes da vida. Por fim, o relacionamento pode acabar não apenas em separação e divórcio, mas até em coisas fatais.

E o professor Markamn menciona algo que merece séria e profunda reflexão. “Um insulto ou ofensa ao caráter apaga cinco, dez ou às vezes vinte gestos de bondade numa relação”.
Em face do preocupante aumento do número de casais que se separam, deixando para trás corações feridos e crianças que terão que crescer num ambiente difícil, com a ausência do amparo, do conselho e da companhia quer do pai ou da mãe, a questão aqui abordada merece muita reflexão.

Como seres racionais e inteligentes, como somos, ao invés de nos dedicarmos a discutir ou brigar por qualquer coisa, temos que nos lembrar de que o diálogo sugere mais do que falar e escutar. É entender e respeitar o ponto de vista da outra pessoa. No entanto, para que a felicidade e a paz sejam mantidas, muitas vezes temos de abdicar de nossa posição, sendo tolerantes, para que o entendimento seja alcançado.

Não existe coisa alguma que substitua o efeito positivo de palavras bondosas e gestos de amor inspirados pelo amor de Deus em nosso coração. (Uma Palavra Amiga, p. 152).

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes

Viver com raiva ou perdoar

Viver com raiva é fácil. Perdoar é difícil. Nas célebres palavras do poeta e ensaísta britânico Alexander Pope: “Errar é humano, perdoar é divino”. A primeira parte é, sem dúvida, verdade. Nós seres humanos somos especialistas em fazer tolices. Aperfeiçoamo-nos na arte das declarações tolas, dos comentários sarcásticos, das observações maldosas e das promessas rompidas. E todos nós também já fomos alvo de abusos. Machucamos e fomos machucados. Usando a terminologia bíblica, “pecamos contra outros e eles pecaram contra nós”.

Pecar é algo que fazemos com naturalidade. Infelizmente. Mas perdoar é outra história. Pope tinha razão: perdoar é divino. O perdão não diz respeito a você, nem a quem o feriu tão profundamente.

 O perdão se refere a Deus. Perdoamos porque:

Deus nos perdoou.

Deus ordenou que perdoássemos.

Deus nos deu – e nos dá – forças para perdoar.

Deus se encarregará de julgar a outra pessoa.

Deus é muito mais importante para nós que viver com raiva.

Deus é muito mais importante que a dor que sentimos.

Deus é fiel e fará o que é certo.

Deus é Deus e nós não. Apenas isso.

(Texto adaptado de Stormie Omartian)

“Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12).

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/

Estrelas ou servos?

Grandeza espiritual não é o mesmo que estrelato. É a natureza de ser servil. Deus procura servos e não estrelas. O caminho para uma melhor contribuição não é subir dentro da organização, mas render-se aos motivos do Espírito Santo. Não peça ao Espírito para elevar o seu talento; peça-lhe para elevá-lo a Cristo. Se Jesus cresce, o seu impacto também cresce, mas porque é Cristo que está crescendo, e não você.

O servo não deve mais querer ser um grande homem de Deus. O seu amor pelo Senhor Jesus se converte em uma chama tão intensa que ela abandona qualquer desejo de ser apreciado, de fazer um bom trabalho, de percorrer um caminho vitorioso, de ser um grande homem de Deus. O servo perde o interesse em quem está nos primeiros lugares. Ele reivindica o último lugar. O seu maior objetivo é fazer com que Cristo cresça, e ele mesmo diminua. (Patrick M. Morley)

Amigo internauta, pense em um campo de atuação em que você gostaria de trabalhar melhor ou ser mais eficiente para Deus. Ore para que o Espírito glorifique a Deus por seu intermédio. Peça a Deus que lhe mostre como você pode ser mais servil a Cristo, a fim de que Ele seja mais visível para os outros.


Amilton Menezes

Fonte:http://novotempo.com/amiltonmenezes/